domingo, 27 de novembro de 2011

Ataques com ácido em mulheres no Oriente Médio (imagens fortes)

Por mais bizarro que possa parecer para nós, esse tipo de ataque é relativamente comum no Oriente Médio, na Ásia e na África (as maiores concentrações de ataques estão no Paquistão, Bangladesh, Camboja, Nepal e Uganda). A Associação dos Sobreviventes do Ácido estima que 2700 mulheres e crianças foram vítimas nos últimos 10 anos.

Os ataques com ácido raramente matam, mas deixam profundas cicatrizes físicas e psicológicas nas vítimas, que geralmente ficam sem nenhuma assistência, abandonadas pela família e pela sociedade. Os motivos geralmente são baseados em pedidos de casamento rejeitados e disputas familiares. Tudo isso baseado em uma cultura misógina que se aproveita da opressão que as mulheres sofrem, onde elas não tem muita voz nem muitos direitos, e onde os culpados raramente vão a julgamento pelos seus crimes.

Irum Saeed, 30, sofreu queimaduras no rosto, costas e ombros quando um garoto
que foi rejeitado por ela a atacou com ácido no meio da rua.
Ela já passou por 25 cirurgias plásticas para tentar recuperar o rosto.


Shameem Akhter, 18, foi estuprada por três homens e atacada com ácido quando tinha 15 anos.
 Passou por 10 cirurgias plásticas.

Najaf Sultana, 16, aos 5 anos ela foi queimada com ácido pelo próprio pai enquanto dormia,
aparentemente porque ele não queria outra mulher na família. Depois do ataque ela ficou cega e foi
abandonada pelos pais, e agora vive com parentes. Passou por 15 cirurgias plásticas.

Kanwal Kayum, 26, aos 25 foi atacada com ácido por um rapaz com quem ela não quis se casar.
Não passou por nenhuma cirurgia.

Bushra Shari, 39, queimada com ácido pelo marido, do qual tentava se divorciar.
Passou por 25 cirurgias plásticas.

Saira Liagat, 26, segurando um retrato de como era antes de ser atacada na própria casa, aos 15 anos,  pelo marido que insistia que ela morasse com ele, apesar das famílias terem concordado em esperar
até ela terminar os estudos. Passou por 9 cirurgias plásticas

Munira Asef, 23, queimada com ácido aos 18 por um rapaz que queria se casar com ela.
Passou por 7 cirurgias plásticas.

Zainab Bibi, 17, sofreu queimaduras no rosto aos 12 anos ao se recusar a casar com um rapaz.
Passou por várias cirurgias plásticas.

Naila Farhat, 19, atacada com ácido aos 14 anos por um rapaz que queria se casar com ela.
Passou por várias cirurgias plásticas.

Shehnaz Usman, 36, queimada com ácido por um parente, por causa de uma briga familiar.
Passou por 10 cirurgias plásticas.

Memuna Khan, 21, queimada por um grupo de rapazes por causa de uma disputa familiar.
Passou por 21 cirurgias plásticas.

Shahnaz Bibi, 35, atacada com ácido por um parente por causa de uma disputa familiar aos 25 anos.
Nunca passou por uma cirurgia plástica.

Update: Fakhra Younus, outra mulher atacada com ácido, cometeu suicídio aos 33 anos, após o acusado, seu marido, ser inocentado das acusações. (Fonte)

Fakhra Younus, 33, cometeu suicídio após saber que seu marido foi inocentado de todas as acusações.

3 comentários:

  1. ONDE ESTÁ A JUSTIÇA INTERNACIONAL???
    ONDE ESTÁ A ONU?
    SE O PAÍS NA É CAPAZ DE FAZER ALGO, GRANDE PARTE DO MUNDO TEM QUE FAZER. OS INTERESSADOS EM INICIAR UM MOVIMENTO PODEM CONTAR COMIGO,PORQUE EU VOU INICIAR.MEU ENDEREÇO ELETRÔNICO:francy1313@gmail.com
    BASTA DE OMISSÃO!!!!! A LAMENTAÇÃO NÃO MUDA O MUNDO, A ATITUDE SIM.

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  2. O problema é, que esses ataques são feitos por individuos, e não o governo em si, então a ONU não pode interferir, é como no Brasil, onde a cada ano, mais de 130 homossexuais são mortos, por crimes motivados pela homofobia, a ONU não pode interferir.

    Isso é resultado de uma cultura que se manteve na idade media por causa da religião, tanto, que recentemente, uma mulher na Arabia Saudita, foi condenada por feitiçaria, e recebeu a pena de morte.

    http://www.youtube.com/watch?v=mW9q4gTz-K0

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  3. Adrianamario_@hotmail.com5 de maio de 2012 13:49

    esses homen do oriente medio sao muitos violenta assassinos, corno, importente, terrorista, filho do cao .

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